2017


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FEIRA PARTE 

O Ateliê Alê tem orgulho de participar como Coletivo de artistas em sua primeira feira no Brasil.

Uma parceria com os artistas: Alexandra Ungern, Ana Rey, Ann Tarantino, Edna Canoso, Esther Casanova, Fábio Leão, Fabiola Chiminazzo, Jê Américo, Martha Simões, Renata Huber e Sueli Espicalquis.

 A FEIRA PARTE é a primeira feira no Brasil dedicada à arte contemporânea, com foco em novos talentos.

A feira é realizada anualmente desde 2011, em São Paulo. Na PARTE se reúnem galerias e coletivos com propostas ousadas e artistas da nova geração. É o ponto de encontro entre o que há de mais interessante na arte contemporânea e todos aqueles que se interessam pela produção atual e procuram vivenciá-la. Colecionadores experientes atrás de novidades promissoras compõem o público da PARTE, além de curiosos em busca de sua primeira obra de arte.

 

2016


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crossroads London

O Ateliê Alê foi convidado para apresentar seus projetos na feira internacional Crossroads-Pinta London 2016. Representando o Projeto Portão (grafite) e programa de exposições LAB570, Luiz 83; a artista do programa de residência artística Estudo Aberto, Renata Huber e Alexandra Ungern-Sternberg, artista e fundadora do espaço.

O Ateliê Alê teve participação na PINTA Londres 2014, onde representou 10 artistas emergentes, apresentando, como Projeto artístico convidado, a exposição “O Saber da Linha”, com curadoria de Paulo Gallina. Desde 2010, Pinta London apresenta trabalhos de artistas emergentes e estabelecidos no circuito das principais galerias das Américas e Europa. Em 2016 , Pinta London torna-se uma plataforma incorporada a CROSSROADS para apresentar arte da América Latina , Espanha e Portugal.

 

2014


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piNTA LONDON

O SABER DA LINHA - curadoria Paulo Gallina

Uma linha pode ser muitas coisas. Para a matemática, ela será um conjunto infinito de pontos; para a geometria, o perímetro de uma curva de raio infinito; em um texto pode ser a formalização do argumento; enquanto para o desenho esse elemento de representação seria a estrutura das formas.  Verdade é que uma linha é desprovida de propósito ou prerrogativa antes de existir.

Ausente em sentido por si, ela pode comunicar grande parte do pensamento humano. Ainda que é preciso considerar os limites da linguagem. O saber da linha é a reunião de trabalhos que buscam comunicar sobre o que a linguagem não acessa. Ao buscar a representação do universo sensível, estes artistas desconstruíram com suas obras os significados impostos ao que entendemos como linha. Assim a expectativa do olhar é invertida nesta exposição.

Os traços aqui não são pautas ou bordas, são composições representando um universo interior. Universo este que só se torna comunicável para o observador, por este também conte-lo dentro de si.

Depois de esvaziado o signo, depois de a linha ser retirada do campo da representação, as pesquisas aqui apresentadas recriaram o mundo ao redor a partir de seu universo sensível interior de cada artista. Partindo de uma linha, agora não mais parte de um vocabulário cultural, esses artistas reconstruíram e reapresentaram seu mundo interior e incomunicável em suas imagens. Dotanda de significado a partir de seu uso, a linha guarda em si uma sabedoria esquecida no mundo contemporâneo: aquilo que está além do que pode ser comunicado por palavras ou imagens, pode ser insinuado a partir do elemento mais primitivo humano e compreendido porque todos carregamos dentro de si um mesmo universo sensível.