2019 ART MARBELLA - ESPANHA

Capa-de-Perfil.jpg
ALEXANDRA UNGERN  www.aleungern.com

ALEXANDRA UNGERN www.aleungern.com

BINA MONTEIRO  www.binamonteiro.com.br
SUELI ESPICALQUIS  www.sueliespicalquis.com

SUELI ESPICALQUIS www.sueliespicalquis.com


2019 CASA PARTE - FEIRA PARTE DE ARTE CONTEMPORÂNEA | SP | BRASIL

Screen Shot 2019-08-02 at 3.37.00 PM.png

A Casa Parte é o novo projeto da feira Parte. São três exposições consecutivas, cada uma com foco bem definido, e todas em um mesmo casarão, cercado e integrados ao quadrilátero formado pelo MuBE, MIS e Fundação Ema Gordon Klabin, e uma intensa programação de bate-papos, shows de música, performances e espetáculos de dança.

Uma parceria com: Alexandra Ungern, Ana Rey, Bina Monteiro, Claudio Souza, Esther Casanova, Fábio Leão, Marinalva Rosa, Rita Balduino, Sueli Espicalquis e Thomaz Schetty.

Mulheres na Arte Urbana
O Ateliê Alê realizou reflexão referente a perspectiva das mulheres que grafitam na nossa cidade. Convidou algumas representantes desta expressão artística, que compartilharam suas vivencias dentro deste universo artístico frequentado na sua maioria pelo publico masculino.

mulheres na arte urbana.jpg

2018 FEIRA PARTE DE ARTE CONTEMPORÂNEA | SP | BRASIL

feira parte 2018.jpg


Estaremos como coletivo de 10 artistas: Alexandra Ungern, Ana Rey, Bina Monteiro, Cláudio Souza, Edna Canoso, Esther Casanova, Fábio Leão, Martha Simões, Miriam Bratfisch Santiago e Natasha Barricelli.


2017 FEIRA PARTE DE ARTE CONTEMPORÂNEA | SP | BRASIL

Screen+Shot+2018-07-25+at+2.13.42+PM.png

FEIRA PARTE 

O Ateliê Alê tem orgulho de participar como Coletivo de artistas em sua primeira feira no Brasil.

Uma parceria com os artistas: Alexandra Ungern, Ana Rey, Ann Tarantino, Edna Canoso, Esther Casanova, Fábio Leão, Fabiola Chiminazzo, Jê Américo, Martha Simões, Renata Huber e Sueli Espicalquis.

 A FEIRA PARTE é a primeira feira no Brasil dedicada à arte contemporânea, com foco em novos talentos.

A feira é realizada anualmente desde 2011, em São Paulo. Na PARTE se reúnem galerias e coletivos com propostas ousadas e artistas da nova geração. É o ponto de encontro entre o que há de mais interessante na arte contemporânea e todos aqueles que se interessam pela produção atual e procuram vivenciá-la. Colecionadores experientes atrás de novidades promissoras compõem o público da PARTE, além de curiosos em busca de sua primeira obra de arte.


2016 Crossroads London - INGLATERRA

Luiz83_Performance-176.jpg

crossroads London

O Ateliê Alê foi convidado para apresentar seus projetos na feira internacional Crossroads-Pinta London 2016. Representando o Projeto Portão (grafite) e programa de exposições LAB570, Luiz 83; a artista do programa de residência artística Estudo Aberto, Renata Huber e Alexandra Ungern-Sternberg, artista e fundadora do espaço.

O Ateliê Alê teve participação na PINTA Londres 2014, onde representou 10 artistas emergentes, apresentando, como Projeto artístico convidado, a exposição “O Saber da Linha”, com curadoria de Paulo Gallina. Desde 2010, Pinta London apresenta trabalhos de artistas emergentes e estabelecidos no circuito das principais galerias das Américas e Europa. Em 2016 , Pinta London torna-se uma plataforma incorporada a CROSSROADS para apresentar arte da América Latina , Espanha e Portugal.


2014

PINTA LONDON - INGLATERRA

pinta+london.jpg

piNTA LONDON

O SABER DA LINHA - curadoria Paulo Gallina

Uma linha pode ser muitas coisas. Para a matemática, ela será um conjunto infinito de pontos; para a geometria, o perímetro de uma curva de raio infinito; em um texto pode ser a formalização do argumento; enquanto para o desenho esse elemento de representação seria a estrutura das formas.  Verdade é que uma linha é desprovida de propósito ou prerrogativa antes de existir.

Ausente em sentido por si, ela pode comunicar grande parte do pensamento humano. Ainda que é preciso considerar os limites da linguagem. O saber da linha é a reunião de trabalhos que buscam comunicar sobre o que a linguagem não acessa. Ao buscar a representação do universo sensível, estes artistas desconstruíram com suas obras os significados impostos ao que entendemos como linha. Assim a expectativa do olhar é invertida nesta exposição.

Os traços aqui não são pautas ou bordas, são composições representando um universo interior. Universo este que só se torna comunicável para o observador, por este também conte-lo dentro de si.

Depois de esvaziado o signo, depois de a linha ser retirada do campo da representação, as pesquisas aqui apresentadas recriaram o mundo ao redor a partir de seu universo sensível interior de cada artista. Partindo de uma linha, agora não mais parte de um vocabulário cultural, esses artistas reconstruíram e reapresentaram seu mundo interior e incomunicável em suas imagens. Dotanda de significado a partir de seu uso, a linha guarda em si uma sabedoria esquecida no mundo contemporâneo: aquilo que está além do que pode ser comunicado por palavras ou imagens, pode ser insinuado a partir do elemento mais primitivo humano e compreendido porque todos carregamos dentro de si um mesmo universo sensível.