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LAB570


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LAB570


lab 570 é um programa anual de exposições onde o ateliÊ apresenta AO CIRCUITO DE ARTE jovens artistas AO LADO de artistas já estabelecidos.

Ao fomentar e construir um espaço de ateliê para a realização de projetos e trabalhos, o Ateliê Alê também acabou por tornar-se um espaço de democratização e discussão sobre a produção contemporânea. Assim surgiu o projeto LAB570, um laboratório artístico para curadores desenvolverem projetos inéditos sobre a produção atual e também mais uma possibilidade de espaço expositivo para as experimentações dos artistas.

 
1ª Edição 2014
 
Acreditamos que arte é uma força social e pulsante de alcance infinito.
 
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Projeto Portão


Projeto Portão


o PROJETO PortÃO ativa a fachada da instituição e o diálogo entre a cidade e o atêlie, ao convidar artistas grafiteiros para intervir na entrada do espaço.

Uma iniciativa que tem a intenção de gerar discussões acerca das possíveis relações entre a arte urbana e a arte institucionalizada. Por meio deste projeto, a cada três meses convidamos um artista para realizar um trabalho utilizando como suporte o espaço do nosso portão de entrada. Em seguida, estimulamos os mesmos artistas a desenvolverem outro trabalho, desta vez, no espaço interno.

 

Artista: Andre Filur |Ano: 2017 | Video e edição: Francis Farago | Diretora Geral: Alexandra Ungern-Sternberg | Diretora Assistente: Isabel Villalba

 Artista: Leo Dellafuente | Ano: 2016 Video e edição: Francis Farago | Diretora Geral: Alexandra Ungern Sternberg | Diretora Assistente: Isabel Villalba

Artista: Thais Ueda | Ano: 2015 | Video e edição: Francis Farago | Diretora Geral: Alexandra Ungern-Sternberg | Diretora Assistente: Isabel Villalba

Artista: Luiz 83| Ano: 2012 | Video e edição: Alexandra Ungern-Sternberg | Diretora Geral: Alexandra Ungern-Sternberg | Diretora Assistente: Isabel Villalba

Artista: Paulo Omeira |Ano: 2016 | Video e edição: Francis Farago | Diretora Geral: Alexandra Ungern-Sternberg | Diretora Assistente: Isabel Villalba

Artista: SACI | Ano: 2014| Video e edição: Rubens Arantes |Curadoria: Cynthia Agaci | Trilha sonora: Guem-Racine | Diretora Geral: Alexandra Ungern-Sternberg | Diretora Assistente: Isabel Villalba

Artista: Lourenço di Gambá| Ano: 2013 | Video e edição: Alexandra Ungern-Sternberg | Diretora Geral: Alexandra Ungern-Sternberg | Diretora Assistente: Isabel Villalba

 
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Estudo Aberto


Estudo Aberto


ESTUDO ABERTO É o projeto de residência artística DO ATELIÊ ALê. Aqui artistas têm a oportunidade de expandir sua pesquisa, assumir riscos e concretizar novas idéias.

O programa seleciona artistas e os convida a uma aventura com duração de três meses: viver e criar em Santo Amaro, bairro na zona sul de São Paulo. A residência foi nomeada Estudo Aberto, pois o foco é compartilhar sua experiência com o público e mostrar seus trabalhos finalizados ou ainda em desenvolvimento. Cada artista-residente recebe um estúdio montado e o apoio de nossa equipe. Nesse período, os participantes são estimulados a compartilhar suas ideias e a mergulhar na cena cultural da cidade de São Paulo. O resultado será exibido por duas semanas em nossa galeria. Além disso será realizada uma conversa aberta a comunidade entre o artista e algum critico ou curador chamado especialmente para essa ocasião.

sobre a residência

Durante os 3 meses de residência o artista terá a sua disposição um espaço de trabalho amplo com duas mesas grandes de 2 x 1,5m cada, painéis de madeira instalados na parede e depósito para materiais. Os horários de trabalho são livres e porém devem ser combinados com nossa equipe que sempre acomodará na medida do possível as necessidades do artista. Biblioteca e videoteca do ateliê podem ser utilizados como material de consulta durante o período. Será cobrada uma taxa mensal para manuntenção do espaço. O ateliê não dispõe de espaço para dormir. Todos os trabalhos produzidos durante o período de residência são propriedade do artista.

O Ateliê Alê se tornou uma iniciativa muito interessante no aspecto artístico, pois é um dos poucos espaços na cidade que se colocam no sentido de apresentar, analisar e incentivar, em forma de curadorias, a produção de artistas em começo de carreira.
— Fabio Leão, artista

Residentes • 2017

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Jê Américo

Formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo - USP, inicia carreira de desenhista técnico em escritórios de arquitetura, época pré-informática, quando os desenhos eram elaborados com canetas nanquins, esquadros e régua paralela. Neste momento, surgem as linhas, que serão uma marca importante nos trabalhos. A questão da materialidade da realidade, explorada nas esculturas de Jesus Soto, e a geometria difusa de Mark Rothko, são referências visuais fundamentais.

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Tiago Marchitiello

Nasceu em Santo André, estudou na Escola de Artes 28 de Julho, em São Caetano do Sul e transita por várias linguagens artísticas como música, design e pintura. Trabalhou 15 anos no mercado publicitário, mas desde 2012 se dedica profundamente à produção na área das artes visuais.

residentes • 2016

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Ann Tarantino

Ann Tarantino is an artist who has exhibited everywhere from museums and galleries to botanical gardens and zoos. Twice featured in New American Paintings, she is a 2016 recipient of a Fulbright Award for artistic practice in Brazil. Her work has been exhibited at the Children’s Museum of Pittsburgh, Mixed Greens (New York, NY), Brooklyn Botanic Garden (Brooklyn, NY), and The Contemporary Austin (Austin, TX). She lives and works in State College, PA, where she is assistant Professor of Art and director of the Woskob Family Gallery at Penn State.

 


 
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I spent three weeks working at Ateliê Alê and learning from, and about, São Paulo. The studio was my grounding home base and a perfect place from which to explore, and my work here focused on understanding the light, space, and colors of my new environment. The buzz of the city, its architecture, the vibrant colors of everything from fruits to buildings, and its bright sunlight are translated into the series of new small paintings and collages I created here. Having the time and space to work through these new ideas in a new environment was invaluable for me
— Ann Tarantino
 

Renata Huber

Nasceu em São Paulo, onde reside e trabalha. Passou pelo teatro para assentar-se nas artes visuais. Segundo a artista: “A investigação de meu trabalho é a matéria em transformação, os corpos e seus desdobramentos. Não há matéria morta nem forma que seja estável. Seja nas fotografias, nas esculturas ou nos desenhos, há sempre um hibridismo de formas e materiais, um olhar em suspenso onde vida e morte se confundem”.

Seres, 2016

A generosidade do espaço do ateliê transformou a dimensão do meu trabalho e proporcionou-me um aprofundamento na pesquisa poética.
— Renata
Pareço ter certo medo e horror daquele ser vivo que não é humano e que tem os nossos mesmos instintos, embora mais livres e mais indomáveis.[1]
— Peter Pál Pelbart, filósofo